Maior destaque da equipe, o atacante Neymar ainda não teve oportunidade de jogar contra um time “hermano”. Respeitoso, o jogador destacou a importância de um placar positivo fora de casa e reconheceu a força do Vélez, semifinalista da Libertadores na última temporada.
A gente sabe muito bem que o Vélez tem uma grande equipe. Não tive a
experiência de jogar contra um time argentino, mas eu sei que é muito
difícil"
Neymar
No ano passado, os argentinos caíram justamente para o Peñarol, adversário do Santos na final da competição continental. Jogando o Superclássico das Américas pela Seleção Brasileira, Neymar encontrou quatro atletas que compõem o atual elenco do próximo rival: o zagueiro Sebá Domínguez, o lateral Emiliano Papa, o volante Augusto Fernández e o meia Héctor Canteros.
Capitão do Peixe, Edu Dracena relembrou a boa campanha do Vélez e disse ver tanto sua equipe como a adversária com chances de chegar à final da Libertadores. O “segredo” para o Santos seria marcar gols fora de casa e criar uma situação confortável para o jogo de volta.
– Será um jogo dificílimo. Temos de fazer gols fora de casa parar criar uma tranquilidade maior. Acredito que vai ser muito difícil, mas a equipe, pelo que vem demonstrando e jogando, no Paulista e na Libertadores, tem condições de fazer um bom resultado – avaliou.
– É um estilo de jogo mais “catimbado”. Requer todas as atenções. Os times argentinos têm muita qualidade e com eles (Vélez) não é diferente. O Santos nunca muda a postura. É um time sempre ofensivo, mas temos de ter atenção. Vai ser um jogo complicado. Dependendo de como estiver a partida, o empate com gols é um bom resultado – opinou.
A última vez que o Santos enfrentou um time argentino pela Taça Libertadores da América foi em 2007. Pela primeira fase do torneio, o Peixe encarou o Gimnasia y Esgrima de La Plata, levando a melhor tanto dentro como fora de casa: 3 a 0 e 2 a 1, respectivamente.
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