- A gente não conquistou seis edições da Libertadores por acaso. O Fluminense nunca viu o Boca em uma decisão. Em 2008, na semifinal que eles tanto lembram, a gente não tinha a Bombonera (o jogo terminou empatado em 2 a 2 e foi disputado em Avellaneda). Na fase de grupos não é a mesma coisa. Agora eles vão entender - disse.
Rafael Moura reconhece a festa. Sabe que o incentivo por parte dos argentinos acontece do início ao fim. Mas ao invés de se sentir pressionado, o He-Man garante que tira forças para superar o mar de gente. E lembra que o jogo se decide no confronto entre os jogadores dentro de campo.
- Eu falo por mim. Essa pressão serve de motivação. Eu fico com sangue nos olhos por atuar em um estádio cheio como o do Boca. Não podemos nos intimidar. A torcida não vai fazer nada. Existem vidros que nos protegem de qualquer coisa além dos próprios seguranças. E em campo são 11 contra 11. Confio na nossa equipe acima de tudo - garantiu.
Abel concorda com o seu atacante.
- A torcida do Boca é fantástica, mas nós jogamos tranquilos em um campo lotado. Vamos tentar neutralizar esse entusiasmo e jogar como sempre fizemos - explicou.
O Tricolor enfrenta os argentinos na próxima quinta-feira, às 19h45m (de Brasília), na Bombonera. Será o primeiro confronto válido pelas quartas de final da Libertadores.
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