Um dia depois de Dedé reiterar o desejo de permanecer no clube, a diretoria do Vasco voltou a receber proposta do futebol europeu pelo jogador
- e viu que é real a possibilidade de perdê-lo. Entretanto, após a
primeira reunião da nova cúpula do futebol, nesta quinta-feira pela
manhã, ficou decidido que o zagueiro não vai ser negociado. Outras
definições, como o número de reforços e de atletas a serem liberados em 2013, também foram tomadas no encontro.
O diretor executivo, René Simões, reuniu-se cedo com o presidente,
Roberto Dinamite, e com o diretor técnico, Ricardo Gomes. E, logo no
primeiro encontro, expôs o interesse oficial de um clube (não divulgado)
do Velho Continente em Dedé. A oferta, de cerca de R$ 47 milhões,
chegou a deixar os dirigentes vascaínos em dúvida, mas todos bateram o
martelo e decidiram que ainda não é hora de negociar o zagueiro, que se
recupera de fratura na perna esquerda.
Ao ATAQUE, René Simões minimizou o caso.
“Dedé é um jogador de alto nível e que vem sendo observado por
muitos clubes. Foi mais uma proposta que ele recebeu. Está no nosso
papel observar e avaliar (a proposta). No momento, a gente conta com o
jogador e estamos dispostos a mantê-lo em São Januário”, frisou o
dirigente.
Além da situação de Dedé, René Simões, Roberto Dinamite e
Ricardo Gomes também conversaram sobre o futuro do grupo. A meta da
diretoria é contratar pelo menos seis reforços. Mas alguns jogadores, como Pipico, Jonathan, William Matheus e William Barbio devem deixar São Januário.
A diretoria do Vasco também busca recursos para que os salários não
cheguem aos três meses de atraso. A expectativa é que pelo menos um mês
da dívida seja quitado ainda nesta sexta-feira.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Dedé aprova chegada de René e torce por permanência de Juninho
A chegada de René Simões para ser diretor executivo do Vasco animou Dedé. O zagueiro elogiou o planejamento do clube para a próxima temporada e lamentou o ano ruim que teve, com muitas lesões e até mesmo uma internação por conta de uma espinha, neste fim de ano. Agora o jogador quer reforços para dentro de campo para não repetir o 2012 decepcionante da equipe.
- A fase não foi tão boa esse ano, até espinha me levou para hospital. Espero que os reforços venham. Uma coisa que possa o clube, meu pensamento é esse. Estou feliz, apesar do ano difícil. Trouxeram o René Simões, que aparenta ser um grande diretor, um cara muito inteligente. O Vasco começou bem o planejamento para 2013 - disse Dedé, no Prêmio da TV Gazeta, descartando que os salários atrasados tenham atrapalhado o desempenho dos jogadores esse ano.
- Não afetou o fim do ano, jogamos Libertadores com atraso. Chegamos à vice-liderança do Brasileiro com dificuldade. O que afetou foi um elenco, planejamento difícil, ano conturbado para todos. Eu não estava legal para ajudar, lesionado. Graças a Deus passou esse ano, tomara que o Vasco tenha a sorte de encontrar um patrocinador, que o Renê Simões possa ajudar bastante. Estamos esperando coisas boas - declarou.
Sobre a novela da permanência ou não de Juninho Pernambucano no Vasco, Dedé disse estar na torcida para que o Reizinho siga em São Januário, mas desejou sorte ao companheiro, caso opte por aceitar a proposta para jogar no futebol dos Estados Unidos.
- - O Juninho, além de líder, com 38 anos parecia ter 18. Corria, ajudava muito. Tomara que fique, mas torço pela felicidade dele. Se for para sair para outro clube e ser feliz... Fizemos uma amizade muito grande. Tomara que seja feliz - afirmou.
Seleção Brasileira
Presença constante nas últimas convocações de Mano Menezes, Dedé agora terá que reconquistar seu espaço no elenco, com a chega de Luiz Felipe Scolari no comando da Seleção Brasileira. A preocupação do zagueiro é evitar sofrer com as lesões que o atormentaram em 2012, para fazer parte da equipe que disputará a Copa das Confederações, em 2013, e a Copa do Mundo, em 2014.
- - Com a nova comissão tenho que começar do zero. Sempre batalhei bastante, agora com o Felipão tenho que dar minha vida, meu sangue a cada partida e farei isso da melhor forma possível. Tomara que não aconteça o que aconteceu neste ano em questão de lesão. Eu acredito muito no Felipão, grande treinador, não posso falar se foi certo ou errado, não tenho que avaliar nada. Ele é um grande treinador, passou por Chelsea, seleção de Portugal, Palmeiras. Um dos melhores que temos no Brasil. Só vou trabalhar para ter oportunidade e fazer o melhor - concluiu.
A chegada de René Simões para ser diretor executivo do Vasco animou Dedé. O zagueiro elogiou o planejamento do clube para a próxima temporada e lamentou o ano ruim que teve, com muitas lesões e até mesmo uma internação por conta de uma espinha, neste fim de ano. Agora o jogador quer reforços para dentro de campo para não repetir o 2012 decepcionante da equipe.
- A fase não foi tão boa esse ano, até espinha me levou para hospital. Espero que os reforços venham. Uma coisa que possa o clube, meu pensamento é esse. Estou feliz, apesar do ano difícil. Trouxeram o René Simões, que aparenta ser um grande diretor, um cara muito inteligente. O Vasco começou bem o planejamento para 2013 - disse Dedé, no Prêmio da TV Gazeta, descartando que os salários atrasados tenham atrapalhado o desempenho dos jogadores esse ano.
- Não afetou o fim do ano, jogamos Libertadores com atraso. Chegamos à vice-liderança do Brasileiro com dificuldade. O que afetou foi um elenco, planejamento difícil, ano conturbado para todos. Eu não estava legal para ajudar, lesionado. Graças a Deus passou esse ano, tomara que o Vasco tenha a sorte de encontrar um patrocinador, que o Renê Simões possa ajudar bastante. Estamos esperando coisas boas - declarou.
Sobre a novela da permanência ou não de Juninho Pernambucano no Vasco, Dedé disse estar na torcida para que o Reizinho siga em São Januário, mas desejou sorte ao companheiro, caso opte por aceitar a proposta para jogar no futebol dos Estados Unidos.
- - O Juninho, além de líder, com 38 anos parecia ter 18. Corria, ajudava muito. Tomara que fique, mas torço pela felicidade dele. Se for para sair para outro clube e ser feliz... Fizemos uma amizade muito grande. Tomara que seja feliz - afirmou.
Seleção Brasileira
Presença constante nas últimas convocações de Mano Menezes, Dedé agora terá que reconquistar seu espaço no elenco, com a chega de Luiz Felipe Scolari no comando da Seleção Brasileira. A preocupação do zagueiro é evitar sofrer com as lesões que o atormentaram em 2012, para fazer parte da equipe que disputará a Copa das Confederações, em 2013, e a Copa do Mundo, em 2014.
- - Com a nova comissão tenho que começar do zero. Sempre batalhei bastante, agora com o Felipão tenho que dar minha vida, meu sangue a cada partida e farei isso da melhor forma possível. Tomara que não aconteça o que aconteceu neste ano em questão de lesão. Eu acredito muito no Felipão, grande treinador, não posso falar se foi certo ou errado, não tenho que avaliar nada. Ele é um grande treinador, passou por Chelsea, seleção de Portugal, Palmeiras. Um dos melhores que temos no Brasil. Só vou trabalhar para ter oportunidade e fazer o melhor - concluiu.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Desfalque de Neymar é o que pesa mais por convocações da Seleção
O técnico da Seleção, Mano Menezes, anunciou na tarde desta quinta-feira a lista de jogadores convocados
para os amistosos contra o Iraque, em 11 de outubro, em Malmo, na
Suécia, e diante do Japão, em Breslávia, na Polônia, cinco dias depois.
Em meio ao frisson pelo retorno do meia Kaká (Real Madrid), nove
jogadores que atuam no futebol brasileiro figuravam entre os escolhidos.
Mano optou por não convocar mais de um atleta de cada equipe, e os oito
primeiros da tabela do Campeonato Brasileiro terão um desfalque nas 29ª
e 30ª rodadas. Apenas Neymar é de uma equipe fora do “G-8” - o Santos é o 12º. No entanto, ele pode ser a maior dor de cabeça.
Peça fundamental no time de Muricy Ramalho, os números mostram a falta que faz. Com ele em campo, o aproveitamento do Peixe é de 74,07%. Sem ele, cai para 25,4%. Em nove jogos, foram seis vitórias, dois empates e uma derrota. Estatística respeitável, mas preocupante para Muricy. A simples conta da média de gols e assistências indica a perda com a ausência do atacante. Os oito gols marcados deixam a média em 0,88, superior ao 0,7 do artilheiro Fred. No quesito assistências, é o líder do Santos, com cinco (0,55).
Com Neymar em campo, Santos tem aproveitamento de líder
Outro que pode sentir o efeito da convocação é Abel Braga. No embalo do bom momento do líder Fluminense, Thiago Neves
está bem perto de Neymar. O aproveitamento do meia é de 73,3% - o
desempenho geral do time é de 71,8%. Um dos pontos fortes do Tricolor é a
bola parada, sendo o time que mais teve gols com origem no fundamento:
18. E Thiago Neves tem colaborado. Dos quatro gols que marcou, dois
foram de falta e decidiram as partidas contra Ponte Preta, na 11ª
rodada, e Vasco, na 19ª. Além disso, o camisa 10 é o terceiro jogador
que mais deu assistências na Série A - perde apenas para Jadson, do São
Paulo, e Ronaldinho Gaúcho e Bernard, ambos do Atlético-MG -, com seis
ao todo.
Na luta pelo título com o Fluminense, Grêmio e Atlético-MG também
sofrerão baixas. O goleiro Victor, pelo lado do Galo, tem 63,1% de
aproveitamento com direito a um pênalti defendido, 18 defesas difíceis
(média de 0,9 por jogo) e até uma assistência. Já o Tricolor gaúcho
ficará sem Fernando, que tem 69,1%. Na opinião do comentarista do SportTV Lédio Carmona, o Grêmio é quem leva a pior.
- O Santos, pelo time que tem, é sempre prejudicado porque depende muito do Neymar. O time fica estilhaçado sem ele. Mas se for fazer uma comparação dos três times que brigam pelo título, na minha opinião quem leva a pior é o Grêmio. O Fernando, junto com o Paulinho, é um dos melhores volantes do futebol brasileiro.
O comentarista aproveitou para destacar a vantagem do Vasco em relação aos rivais.
- O Vasco se deu bem. Apesar de ter perdido o Dedé, vai enfrentar o Santos sem o Neymar e o São Paulo sem o Lucas.
Lucas, por sinal, é autor de cinco assistências (média de 0,38) e três gols (média de 0,23) do São Paulo. E o restante da lista mostra o quanto os jogadores são importantes para seus respectivos times. À exceção de Jefferson. Se levarmos em conta o números das equipes com seus convocados em campo, elas têm aproveitamento de quem está à beira do G-4, todas à frente do Botafogo, sexto colocado. O curioso é que só o goleiro alvinegro tem o aproveitamento abaixo, com 49,2%, atrás inclusive dos 51,3% do próprio Glorioso. Seu reserva imediato, Renan não perde uma partida como titular desde 27 de junho de 2009, quando o time carioca foi goleado pelo Goiás por 4 a 1 no Engenhão.
Além dos escolhidos de Mano Menezes, outros problemas estrangeiros
rondam as pranchetas dos técnicos. Os argentinos Hernán Barcos
(Palmeiras) e Guiñazu (Internacional), por exemplo, foram convocados para disputar os jogos das eliminatórias sul-americanas, e também serão desfalque. Na lista constam ainda os uruguaios Forlan (Internacional), Lodeiro (Botafogo), Loco Abreu (Figueirense) e Victorino (Cruzeiro); o paraguaio Victor Cáceres (Flamengo); o chileno Marcos González (Flamengo); os peruanos Paolo Guerrero (Corinthians), Luis Ramírez (Corinthians) e Raúl Ruidíaz (Coritiba); e o boliviano Marcelo Moreno (Grêmio).
Peça fundamental no time de Muricy Ramalho, os números mostram a falta que faz. Com ele em campo, o aproveitamento do Peixe é de 74,07%. Sem ele, cai para 25,4%. Em nove jogos, foram seis vitórias, dois empates e uma derrota. Estatística respeitável, mas preocupante para Muricy. A simples conta da média de gols e assistências indica a perda com a ausência do atacante. Os oito gols marcados deixam a média em 0,88, superior ao 0,7 do artilheiro Fred. No quesito assistências, é o líder do Santos, com cinco (0,55).
- O Santos, pelo time que tem, é sempre prejudicado porque depende muito do Neymar. O time fica estilhaçado sem ele. Mas se for fazer uma comparação dos três times que brigam pelo título, na minha opinião quem leva a pior é o Grêmio. O Fernando, junto com o Paulinho, é um dos melhores volantes do futebol brasileiro.
O comentarista aproveitou para destacar a vantagem do Vasco em relação aos rivais.
- O Vasco se deu bem. Apesar de ter perdido o Dedé, vai enfrentar o Santos sem o Neymar e o São Paulo sem o Lucas.
Lucas, por sinal, é autor de cinco assistências (média de 0,38) e três gols (média de 0,23) do São Paulo. E o restante da lista mostra o quanto os jogadores são importantes para seus respectivos times. À exceção de Jefferson. Se levarmos em conta o números das equipes com seus convocados em campo, elas têm aproveitamento de quem está à beira do G-4, todas à frente do Botafogo, sexto colocado. O curioso é que só o goleiro alvinegro tem o aproveitamento abaixo, com 49,2%, atrás inclusive dos 51,3% do próprio Glorioso. Seu reserva imediato, Renan não perde uma partida como titular desde 27 de junho de 2009, quando o time carioca foi goleado pelo Goiás por 4 a 1 no Engenhão.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Marcelo Oliveira escala Luan e Feltri na laterais e põe Tenorio no ataque
A julgar pela escalação do time no treino tático desta quinta-feira,
Marcelo Oliveira vai improvisar na lateral direita do Vasco contra o
Figueirense, sábado, em São Januário, pela 27ª rodada do Brasileirão. O
zagueiro Luan foi testado no setor, enquanto Thiago Feltri
ocupou o outro lado. Jonas, suspenso, e William Matheus, lesionado,
estão vetados. O zagueiro escolhido para a vaga de Renato Silva, também
fora por cartões amarelos, foi Fabrício, deixando Rodolfo fora. Na
frente, Tenorio substitui Eder Luis, que nem participou da movimentação
entre os reservas.
Treino tático na Colina adianta time para jogo de sábado
A atividade durou cerca de 50 minutos, sempre com o treinador
interrompendo para orientar e repetir os escanteios cobrados no primeiro
pau para que o desvio engane a defesa. Atento à recomposição da defesa,
ponto crítico nos dois jogos, Oliveira gritava insistindo nesse
quesito.
- Olha o contra-ataque! Tem que voltar certinho!
Rodolfo cai no campo com dores no tornozelo
esquerdo
A formação foi a seguinte: Fernando Prass, Luan, Dedé, Fabrício e
Thiago Feltri; Nilton, Wendel, Juninho e Felipe; Tenorio e Alecsandro.
Os reservas foram montados com Alessandro, Jonas, Renato Silva, Rodolfo e
Max; Eduardo Costa, Renato Augusto, Fellipe Bastos e Dakson; Jhon Cley e
William Barbio. Não houve alterações entre os titulares ao longo do
trabalho.
O zagueiro Rodolfo deu um susto ao cair no gramado depois de dividida com Tenorio. As dores da pancada eram no tornozelo, e não no joelho esquerdo que foi operado há quase três meses. Depois desta parte, houve cobranças de pênaltis e treino de ataque contra defesa.
* Colaborou o estagiário Gabriel Fricke, sob a supervisão de André Casado
- Olha o contra-ataque! Tem que voltar certinho!
esquerdo
O zagueiro Rodolfo deu um susto ao cair no gramado depois de dividida com Tenorio. As dores da pancada eram no tornozelo, e não no joelho esquerdo que foi operado há quase três meses. Depois desta parte, houve cobranças de pênaltis e treino de ataque contra defesa.
* Colaborou o estagiário Gabriel Fricke, sob a supervisão de André Casado
domingo, 9 de setembro de 2012
Juninho: 'Acredito no poder de reação da equipe'
Ídolo, capitão e referência do Vasco em campo, coube a
Juninho Pernambucano tentar explicar o que aconteceu na derrota por 4 a 0
para o Bahia, na noite deste domingo, em São Januário. Para o meia, o
momento atual do time
é o pior na temporada, e por isso ele descarta as chances de título.
Ele se concentra em garantir vaga na Libertadores para evitar que o ano
termina ainda pior.
- Dos altos e baixos que passamos na temporada, este é o pior momento. Não é nada normal perder de 4 a 0 em casa, mas não devemos mudar tudo o que tínhamos feito até agora. Apenas uma mudança de planos, não pensar tanto na conquista do título, que ficou difícil, e olhar mais para trás da tabela porque a temporada pode ser muito pior. Estamos deixando de subir, os times que estão atrás estão encostando. Vamos ver como o time vai reagir até quarta, temos outro jogo em casa e é fazer de tudo para ganhar. Acredito no poder de reação da equipe - declarou, em entrevista à Rádio Globo.
Criticado pela torcida, o técnico Cristóvão Borges viu a pressão sobre ele aumentar após a goleada sofrida. Mas Juninho defende o comandante, alegando que não seria possível evoluir com uma traca de treinadores até o fim do Brasileiro.
- É uma derrota que machuca, natural que o torcedor pressione. É da cultura do nosso futebol querer mudanças. Nunca somos nós jogadores a decidir isso (sobre troca de técnicos), mas é natural que a diretoria se sinta pressionada também. Isso deixa todo mundo alarmado, decepcionado, mas não acho que seja motivo para recomeçar todo um trabalho. O Cristovão é treinador desde o ano passado, não acho que o técnico que possa chegar, em pouco mais de três meses de competição, vai aumentar o nível para o que a torcida espera. Não existe a possibilidade de chegada de novos grandes jogadores - disse ao SporTV.
A derrota para o Bahia foi a terceira em 12 partidas em São Januário. Apesar do bom retrospecto em casa, Juninho reconhece que atuar no estádio nunca é tranquilo, devido à pressão da torcida.
- A gente sabe que jogar em São Januário é sempre assim, pouquíssimas vezes a torcida saiu feliz. Talvez pelos últimos dez anos, o torcedor se sente pressionado, e nos pressiona também.
- Dos altos e baixos que passamos na temporada, este é o pior momento. Não é nada normal perder de 4 a 0 em casa, mas não devemos mudar tudo o que tínhamos feito até agora. Apenas uma mudança de planos, não pensar tanto na conquista do título, que ficou difícil, e olhar mais para trás da tabela porque a temporada pode ser muito pior. Estamos deixando de subir, os times que estão atrás estão encostando. Vamos ver como o time vai reagir até quarta, temos outro jogo em casa e é fazer de tudo para ganhar. Acredito no poder de reação da equipe - declarou, em entrevista à Rádio Globo.
Criticado pela torcida, o técnico Cristóvão Borges viu a pressão sobre ele aumentar após a goleada sofrida. Mas Juninho defende o comandante, alegando que não seria possível evoluir com uma traca de treinadores até o fim do Brasileiro.
- É uma derrota que machuca, natural que o torcedor pressione. É da cultura do nosso futebol querer mudanças. Nunca somos nós jogadores a decidir isso (sobre troca de técnicos), mas é natural que a diretoria se sinta pressionada também. Isso deixa todo mundo alarmado, decepcionado, mas não acho que seja motivo para recomeçar todo um trabalho. O Cristovão é treinador desde o ano passado, não acho que o técnico que possa chegar, em pouco mais de três meses de competição, vai aumentar o nível para o que a torcida espera. Não existe a possibilidade de chegada de novos grandes jogadores - disse ao SporTV.
A derrota para o Bahia foi a terceira em 12 partidas em São Januário. Apesar do bom retrospecto em casa, Juninho reconhece que atuar no estádio nunca é tranquilo, devido à pressão da torcida.
- A gente sabe que jogar em São Januário é sempre assim, pouquíssimas vezes a torcida saiu feliz. Talvez pelos últimos dez anos, o torcedor se sente pressionado, e nos pressiona também.
Goleada é a pior sofrida pelo Vasco em São Januário nos últimos 12 anos
O Vasco perdeu para o Bahia na noite deste domingo, em São Januário, por incríveis 4 a 0. O resultado é para lá de incomum em se tratando de Vasco na Colina. O time não perdia em sua casa por um placar tão elástico desde 19 de novembro de 2000. Naquela ocasião, o algoz foi o São Paulo, também por 4 a 0.
Curiosamente, o revés de 12 anos atrás se deu na Copa João Havelange, o Campeonato Brasileiro da época. O Vasco conseguiu juntar os cacos e acabou campeão daquela edição.
Depois daquela goleada, o Vasco levou apenas mais três em casa, nenhuma tão elástica.
Últimas goleadas sofridas em São Januário:
2 x 5 Palmeiras, dia 26/09/2004 (Brasileiro)
1 x 4 Paraná, dia 07/05/2003 (Brasileiro)
1 x 4 Bangu, dia 02/06/2002 (Carioca)
0 x 4 São Paulo, dia 19/11/2000 (Brasileiro)
Bahia goleia Vasco em São Januário e tem a melhor campanha do returno
O Bahia consolidou na noite deste domingo, em São Januário, a ótima
campanha que faz no segundo turno do Campeonato Brasileiro. O Tricolor
encarou o Vasco e aplicou uma sonora goleada no rival, que curiosamente
acaba de bater o recorde de rodadas consecutivas dentro do G-4, com 48.
Souza e Jones Carioca (dois cada) fizeram os gols dos 4 a 0 do Bahia.
Com o resultado, o Vasco, que teve muitos desfalques, se mantém em quarto lugar no Brasileirão, com 39 pontos. O time foi muito vaiado e chegou a ouvir gritos de olé ao longo do segundo tempo. Ainda no fim da etapa inicial, quando o placar apontava 1 a 0, o técnico Cristóvão Borges já era chamado de burro. Por outro lado, o Tricolor chegou a 10 pontos de 12 possíveis no segundo turno, o melhor aproveitamento entre todas as equipes. O time soma 27 pontos no total e começa a se distanciar da zona de rebaixamento: está em 14º lugar.
Na próxima rodada, o Vasco joga novamente em São Januário, quarta-feira, contra o Palmeiras. O Bahia, por sua vez, visita no mesmo dia o Sport, na Ilha do Retiro.
Jogo começa lento, mas melhora no fim da etapa inicial
O técnico Cristóvão Borges teve nove desfalques para a partida. Por isso, precisou lançar mão de garotos da base e de improvisações para escalar a equipe. Sem Auremir na lateral direita (machucado), Jonas assumiu o posto. No miolo de zaga, o garoto Luan ocupou o lugar de Dedé, que está com a Seleção. Na lateral esquerda, sem William Matheus (suspenso) e Thiago Feltri (machucado), Cristóvão improvisou o zagueiro Fabrício, que já atuou na posição quando atuou por Hoffenheim-ALE e Palmeiras. Dieyson ficou como opção no banco.
Souza comemora junto a Jones Carioca e Zé Roberto um dos gols do Vasco
O setor de meio de campo não pôde contar com Wendel (suspenso), Felipe e
Carlos Alberto (machucados). O time foi a campo com os volantes Fellipe
Bastos e Nilton. Juninho e o jovem Jhon Cley foram os responsáveis pela
criação. No ataque, Eder Luis e Alecsandro.
No lado do Bahia, o técnico Jorginho surpreendeu. Esperava-se que ele optasse por Mancini ou Lulinha no time titular. Ambos ficaram no banco. Quem entrou para ser companheiro de Souza no ataque foi Jones Carioca.
O jogo começou em ritmo lento, com as equipes se estudando e não querendo correr riscos. O Bahia procurou valorizar a posse de bola, mas não conseguiu lances contundentes no início. A primeira boa chegada foi do Vasco. Aos 9, Eder Luis foi ao fundo pela direita e cruzou rasteiro para Alecsandro, que bateu para fora, sem grande perigo para Marcelo Lomba.
O jogo se arrastou por quase dois terços da primeira etapa sem emoções. Aos 29, o Bahia teve sua primeira chance clara, com Jones Carioca, que não conseguiu uma boa conclusão diante de Fernando Prass. O Vasco respondeu na sequência, com uma cabeçada de Alecsandro, que foi para fora.
O lance parece ter mexido com o time cruz-maltino, que se animou e ensaiou um princípio de pressão, principalmente com avanços de Eder Luis pelo lado direito. O Bahia, porém, não perdeu o autocontrole e se mostrou mortal para abrir um jogo no contra-ataque.
Aos 40, Juninho bateu escanteio e Souza afastou de cabeça na área do Bahia. Jones Carioca recolheu e passou para Diones, perto do meio do campo. Carioca disparou para receber a bola novamente já no campo de ataque. Ele foi até a linha de fundo e cruzou na medida para Souza, que já cruzara todo o campo, testar para a rede.
O primeiro tempo acabou com o Vasco em desvantagem e a torcida na bronca. O técnico Cristóvão Borges foi para o vestiário ouvindo os já tradicionais gritos de "burro" vindos da arquibancada de São Januário. Na volta para a etapa final, o treinador mexeu no time do Vasco. O meia Jhon Cley, muito apagado, deu lugar ao atacante Tenorio.
Cristóvão troca meia por atacante, mas Bahia é que faz os gols
A bola rolou no segundo tempo e, com menos de um minuto, um bom lance para cada lado. Souza teve uma chance após cruzamento vindo do lado direito, mas testou nas mãos de Fernando Prass. O goleiro repôs a bola rapidamente e Tenorio recolheu na linha divisória do gramado. O equatoriano arrancou e foi deixando marcadores para trás até entrar na area. O camisa 11, porém, acabou travado na hora de tentar a conclusão. A torcida do vascaína, ao menos, se animou com o ímpeto de seu jogador.
Jhon Cley tenta o chute: jovem esteve apagado e saiu no intervalo
O Bahia, porém, tratou de arrefecer os cruz-maltinos. Aos 4. Zé Roberto
tabelou com Hélder na ponta esquerda, foi ao fundo e cruzou rasteiro
para a área, tentando encontrar Jones Carioca. O atacante do Bahia não
alcançou a bola num primeiro momento, mas contou com uma bobeada da
zaga, que não conseguiu o corte. A bola então se ofereceu limpa a Jones
Carioca, que emendou firme e não perdoou: 2 a 0.
O Vasco, mais na base da vontade do que da técnica, tentou se lançar à frente para diminuir a desvantagem, mas não conseguiu incomodar o Bahia. Pior: o time visitante mostrou-se muito perigoso nos contra-ataques. Não demorou para os visitantes ampliarem. Aos 12, Souza recebeu perto do meio-campo e deu lançamento primoroso para Jones Carioca. O camisa 19 entrou na área, driblou Fernando Prass e empurrou para o gol vazio.
Com três gols de desvantagem, o técnico Cristóvão Borges tratou de recompor o meio de campo de sua equipe. O atacante Eder Luis deu lugar ao volante Eduardo Costa. Jorginho respondeu no lado do Bahia dando novo gás à saída do time para o ataque. Zé Roberto saiu para a entrada de Mancini.
O Vasco bem que tentou diminuir o tamanho do prejuízo. Aos 21, Juninho deu belo passe para Tenorio dentro da área, mas o equatoriano chutou por cima e perdeu boa chance de gol. O Bahia manteve seu ritmo habitual e, sem dificuldade, fez o quarto gol aos 24 minutos. Hélder avançou livre pelo lado esquerdo e cruzou na medida para Souza, que teve tempo de dominar a bola dentro da área antes de bater na saída de Fernando Prass.
A torcida do Vasco em São Januário passou a vaiar muito a equipe. Em dado momento, enquanto o Bahia, trocava passes, foram ouvidos gritos de olé. A situação ficou pior para os donos da casa aos 27, quando o lateral Jonas foi expulso por acertar a mão no rosto de Jussandro.
O técnico Jorginho tratou de queimas suas duas últimas alterações. Jones Carioca saiu para a entrada de Elias. Pouco depois, o pentacampeão Kleberson entrou na vaga de Fahel. O jogo, já definido, se arrastou sem grandes emoções até o final. O Vasco, batido, não teve forças para atacar o Bahia, satisfeito com o resultado. No fim, mais vaias da torcida vascaína.
Com o resultado, o Vasco, que teve muitos desfalques, se mantém em quarto lugar no Brasileirão, com 39 pontos. O time foi muito vaiado e chegou a ouvir gritos de olé ao longo do segundo tempo. Ainda no fim da etapa inicial, quando o placar apontava 1 a 0, o técnico Cristóvão Borges já era chamado de burro. Por outro lado, o Tricolor chegou a 10 pontos de 12 possíveis no segundo turno, o melhor aproveitamento entre todas as equipes. O time soma 27 pontos no total e começa a se distanciar da zona de rebaixamento: está em 14º lugar.
Na próxima rodada, o Vasco joga novamente em São Januário, quarta-feira, contra o Palmeiras. O Bahia, por sua vez, visita no mesmo dia o Sport, na Ilha do Retiro.
Jogo começa lento, mas melhora no fim da etapa inicial
O técnico Cristóvão Borges teve nove desfalques para a partida. Por isso, precisou lançar mão de garotos da base e de improvisações para escalar a equipe. Sem Auremir na lateral direita (machucado), Jonas assumiu o posto. No miolo de zaga, o garoto Luan ocupou o lugar de Dedé, que está com a Seleção. Na lateral esquerda, sem William Matheus (suspenso) e Thiago Feltri (machucado), Cristóvão improvisou o zagueiro Fabrício, que já atuou na posição quando atuou por Hoffenheim-ALE e Palmeiras. Dieyson ficou como opção no banco.
No lado do Bahia, o técnico Jorginho surpreendeu. Esperava-se que ele optasse por Mancini ou Lulinha no time titular. Ambos ficaram no banco. Quem entrou para ser companheiro de Souza no ataque foi Jones Carioca.
O jogo começou em ritmo lento, com as equipes se estudando e não querendo correr riscos. O Bahia procurou valorizar a posse de bola, mas não conseguiu lances contundentes no início. A primeira boa chegada foi do Vasco. Aos 9, Eder Luis foi ao fundo pela direita e cruzou rasteiro para Alecsandro, que bateu para fora, sem grande perigo para Marcelo Lomba.
O jogo se arrastou por quase dois terços da primeira etapa sem emoções. Aos 29, o Bahia teve sua primeira chance clara, com Jones Carioca, que não conseguiu uma boa conclusão diante de Fernando Prass. O Vasco respondeu na sequência, com uma cabeçada de Alecsandro, que foi para fora.
O lance parece ter mexido com o time cruz-maltino, que se animou e ensaiou um princípio de pressão, principalmente com avanços de Eder Luis pelo lado direito. O Bahia, porém, não perdeu o autocontrole e se mostrou mortal para abrir um jogo no contra-ataque.
Aos 40, Juninho bateu escanteio e Souza afastou de cabeça na área do Bahia. Jones Carioca recolheu e passou para Diones, perto do meio do campo. Carioca disparou para receber a bola novamente já no campo de ataque. Ele foi até a linha de fundo e cruzou na medida para Souza, que já cruzara todo o campo, testar para a rede.
O primeiro tempo acabou com o Vasco em desvantagem e a torcida na bronca. O técnico Cristóvão Borges foi para o vestiário ouvindo os já tradicionais gritos de "burro" vindos da arquibancada de São Januário. Na volta para a etapa final, o treinador mexeu no time do Vasco. O meia Jhon Cley, muito apagado, deu lugar ao atacante Tenorio.
Cristóvão troca meia por atacante, mas Bahia é que faz os gols
A bola rolou no segundo tempo e, com menos de um minuto, um bom lance para cada lado. Souza teve uma chance após cruzamento vindo do lado direito, mas testou nas mãos de Fernando Prass. O goleiro repôs a bola rapidamente e Tenorio recolheu na linha divisória do gramado. O equatoriano arrancou e foi deixando marcadores para trás até entrar na area. O camisa 11, porém, acabou travado na hora de tentar a conclusão. A torcida do vascaína, ao menos, se animou com o ímpeto de seu jogador.
O Vasco, mais na base da vontade do que da técnica, tentou se lançar à frente para diminuir a desvantagem, mas não conseguiu incomodar o Bahia. Pior: o time visitante mostrou-se muito perigoso nos contra-ataques. Não demorou para os visitantes ampliarem. Aos 12, Souza recebeu perto do meio-campo e deu lançamento primoroso para Jones Carioca. O camisa 19 entrou na área, driblou Fernando Prass e empurrou para o gol vazio.
Com três gols de desvantagem, o técnico Cristóvão Borges tratou de recompor o meio de campo de sua equipe. O atacante Eder Luis deu lugar ao volante Eduardo Costa. Jorginho respondeu no lado do Bahia dando novo gás à saída do time para o ataque. Zé Roberto saiu para a entrada de Mancini.
O Vasco bem que tentou diminuir o tamanho do prejuízo. Aos 21, Juninho deu belo passe para Tenorio dentro da área, mas o equatoriano chutou por cima e perdeu boa chance de gol. O Bahia manteve seu ritmo habitual e, sem dificuldade, fez o quarto gol aos 24 minutos. Hélder avançou livre pelo lado esquerdo e cruzou na medida para Souza, que teve tempo de dominar a bola dentro da área antes de bater na saída de Fernando Prass.
A torcida do Vasco em São Januário passou a vaiar muito a equipe. Em dado momento, enquanto o Bahia, trocava passes, foram ouvidos gritos de olé. A situação ficou pior para os donos da casa aos 27, quando o lateral Jonas foi expulso por acertar a mão no rosto de Jussandro.
O técnico Jorginho tratou de queimas suas duas últimas alterações. Jones Carioca saiu para a entrada de Elias. Pouco depois, o pentacampeão Kleberson entrou na vaga de Fahel. O jogo, já definido, se arrastou sem grandes emoções até o final. O Vasco, batido, não teve forças para atacar o Bahia, satisfeito com o resultado. No fim, mais vaias da torcida vascaína.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Remendado, Vasco treina com caras novas e faz Cristóvão discutir opções
O feriado nacional nesta sexta-feira garantiu a presença de dezenas de
torcedores em São Januário para assistir ao treino do Vasco, algo que só
costuma acontecer aos sábados. Aqueles que trocaram a viagem com a
família pelo time do coração, no entanto, viram mais caras novas do que
os ídolos em ação. Somente aqueles que não enfrentaram o Náutico ou
atuaram por até 45 minutos foram a campo para a atividade orientada por Cristóvão Borges.
Foi comum notar a curiosidade de alguns quanto aos jogadores ainda
desconhecidos. A boa notícia ficou por conta de Juninho confirmando sua
recuperação ao participar do trabalho técnico, que durou cerca de uma
hora. Fora o Reizinho, só problemas. São oito desfalques no total.
Juninho fala com Prass: dois raros titulares no trabalho no campo
Eis a lista: Dedé, com a Seleção Brasileira; Auremir, com estiramento
na coxa; Rodolfo, prestes a ser liberado após uma artroscopia no joelho;
Thiago Feltri, quase pronto depois de sofrer estiramento na coxa
esquerda; William Matheus e Wendel, suspensos; Felipe; com dores no
joelho esquerdo. Assim, a garotada foi acionada para suprir as
ausências. Nomes ainda pouco familiares ao público, como Dieyson, Jhon
Cley, Marlone e Romário, além de outros que já estão integrados aos
profissionais há alguns meses, foram os protagonistas.
As dificuldades para montar a equipe para o duelo com o Bahia, domingo, na Colina, fizeram Cristóvão se reunir por quase meia hora com sua comissão técnica, no centro do gramado. De prancheta em punho, parecia estudar as poucas alternativas que terá. A escalação não deve fugir muito do seguinte: Fernando Prass, Jonas, Douglas, Fabrício, Douglas e Dieyson; Nilton, Eduardo Costa, Fellipe Bastos (Carlos Alberto) e Juninho; Eder Luis (Tenorio) e Alecsandro.
Caras novas: Marlone, Luan, Dieyson e Romário.. tomaram conta
Felipe só correu no campo sob supervisão de um dos preparadores
Pipa do arquirrival na Colina
Uma situação inusitada fez parte do dia cruz-maltino. Uma pipa com o escudo do Flamrngo sobrevoou o campo por cerca de 15 minutos, como forma de provocação. Alguns jogadores notaram, mas não deram importância para o fato. Apesar de ter vencido o time de Cristóvão Borges há quase três semanas, o arquirrival ocupa apenas a 13ª posição, 12 pontos atrás do Vasco.
As dificuldades para montar a equipe para o duelo com o Bahia, domingo, na Colina, fizeram Cristóvão se reunir por quase meia hora com sua comissão técnica, no centro do gramado. De prancheta em punho, parecia estudar as poucas alternativas que terá. A escalação não deve fugir muito do seguinte: Fernando Prass, Jonas, Douglas, Fabrício, Douglas e Dieyson; Nilton, Eduardo Costa, Fellipe Bastos (Carlos Alberto) e Juninho; Eder Luis (Tenorio) e Alecsandro.
Pipa do arquirrival na Colina
Uma situação inusitada fez parte do dia cruz-maltino. Uma pipa com o escudo do Flamrngo sobrevoou o campo por cerca de 15 minutos, como forma de provocação. Alguns jogadores notaram, mas não deram importância para o fato. Apesar de ter vencido o time de Cristóvão Borges há quase três semanas, o arquirrival ocupa apenas a 13ª posição, 12 pontos atrás do Vasco.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Após jejum, Alecsandro volta à briga de artilheiros por marca histórica
O gol marcado sobre a Portuguesa trouxe alívio para o Vasco e recolocou Alecsandro de volta na disputa por um objetivo pessoal. Além de ter ajudado o Vasco a voltar a vencer após cinco rodadas, o atacante quebrou o jejum de oito partidas sem marcar. Assim, chegou aos 80 gols marcados pelo Campeonato Brasileiro e ficou a apenas um de Luis Fabiano e Borges. Os atacantes de São Paulo e Cruzeiro, respectivamente, com 81, são os maiores artilheiros da história entre os jogadores que atualmente disputam a competição.
Empolgado por auxiliar o conjunto e por buscar metas individuais, Alecsandro se permite sonhar mais alto. Aos 31 anos, ele espera disputar outras edições do Brasileirão para deixar a seu nome de forma ainda mais enfática no campeonato.
- Eu defendo a tese de que o centrovante deve ser mesmo cobrado para fazer gols, e essa marca mostra que venho sendo eficiente. Sei que é difícil manter isso para o resto da vida, mas gostaria muito de ficar entre os dez mais do Brasileirão. Marcar gols é sempre importante, e quando eles fazem história, a felicidade é ainda maior - disse.
No entanto, Alecsandro e os demais atacantes podem ter em breve um concorrente de peso. Túlio Maravilha foi inscrito pelo Botafogo no Campeonato Brasileiro e pode disputar uma partida oficial na luta para chegar ao milésimo gol, segundo suas contas. O jogador de 43 anos tem 129 gols marcados na Série A.
Confira quem são os maiores artilheiros do Brasileiro em atividade:
Luís Fabiano (São Paulo) e Borges (Cruzeiro): 81
Alecsandro (Vasco): 80
Deivid (Coritiba): 79
Fred (Fluminense): 73
Obina (Palmeiras): 72
Souza (Bahia): 71
Dagoberto (Internacional): 66
Marcinho (Ponte Preta): 63
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Com dores, Juninho e Felipe são vetados de jogo contra o Naútico
A menos de 24 horas da viagem para Recife, o Vasco teve duas importantes baixas para o jogo contra o Náutico. Juninho Pernambucano e Felipe sentiram dores nesta segunda-feira e estão vetados da partida desta quarta, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Reizinho reclama de dores na coxa direita, e o Maestro sentiu o joelho esquerdo.
Juninho sentiu a dor muscular na manhã desta segunda-feira, dia da reapresentação da equipe em São Januário. O jogador foi submetido a um exame à tarde, e o departamento médico do Vasco ainda aguarda o resultado. No entanto, o médico Albino Pinto demonstrou que são praticamente nulas as chances de o capitão ser relacionado para enfrentar o Náutico.
- Ainda estamos aguardando o resultado do exame, mas é muito difícil o Juninho jogar. Está muito em cima do jogo, há muito pouco tempo para a recuperação - explicou.
Felipe sentiu o joelho esquerdo no início do treino desta segunda-feira, no gramado de São Januário, e logo desceu para o vestiário. Em seguida foi examinado, e o departamento médico decidiu vetar o jogador, que tem um histórico recente de dores nos dois joelhos.
Carlos Tenorio também chegou a ser uma preocupação para o Vasco. O equatoriano sentiu dores musculares como consequência do esforço físico feito na partida contra a Portuguesa, no último sábado. No entanto, o atacante foi relacionado para enfrentar o Náutico. A boa notícia do dia foi a volta de Eder Luis, que se recuperou de um edema na coxa esquerda e vai viajar para Recife na manhã desta terça-feira.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Tenorio diz que está pronto para iniciar as partidas
Opção do técnico Cristovão Borges no banco de reservas desde seu retorno aos campos, Carlos Tenório se diz preparado para começar entre os titulares já na próxima rodada, no próximo sábado, às 21h, em São Januário.
Na chegada da delegação cruz-maltina, no início da tarde desta quinta-feira, no Rio de Janeiro, o Demolidor analisou o momento vivido pelo Vasco, que somou contra o Grêmio sua terceira derrota consecutiva no Brasileirão.
- Acontece muita coisa no futebol e passamos por diversas situações. Mas estamos vivendo esse momento e temos de enfrentar. Futebol é para homens. Agora é a hora de colocar a cara para bater – disse de forma enfática.
Sobre sua real condição física, o camisa 11 avisou que está preparado para começar jogando. Seu retorno aos campos tem sido feito de forma gradual, em função do tempo de recuperação da lesão no tendão de aquiles do pé direito.
- Acho que depende da situação que o time vive. Estou me sentindo muito bem. Cada vez melhor desde a minha volta ao time. Acho que já para esse jogo contra a Portuguesa, a torcida pode esperar o Tenório começando a partida – avisou.
- Agora é entender o que estamos fazendo de ruim. Nosso trabalho agora é jogar e ganhar da Portuguesa. O tempo é curto, mas vamos tentar nos preparar da melhor forma. No futebol, acontecem muitas coisas. Temos que ganhar – decretou.
Em seu retorno ao time, Tenório deixou a sua marca na vitória sobre o Sport, na Ilha do Retiro, a última do Vasco no Brasileirão.
- Acho que depende da situação que o time vive. Estou me sentindo muito bem. Cada vez melhor desde a minha volta ao time. Acho que já para esse jogo contra a Portuguesa, a torcida pode esperar o Tenório começando a partida – avisou.
Em seu retorno ao time, Tenório deixou a sua marca na vitória sobre o Sport, na Ilha do Retiro, a última do Vasco no Brasileirão.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Cristóvão elege melhor e pior Vasco do turno e tenta resgatar regularidade
A poucas horas de começar o segundo turno, o Vasco contabiliza seus prós e contras na primeira fase do Campeonato Brasileiro. De líder nas primeiras rodadas à recente queda de rendimento, o time oscilou muito, mas a meta é tirar lições dos erros e acertos. Ao fazer uma avaliação da campanha do clube, o técnico Cristóvão Borges elegeu o melhor e o pior momento da equipe até aqui.
Para o comandante vascaíno, o auge do time foi na vitória por 1 a 0 no clássico contra o Botafogo, no Engenhão, pela 12ª rodada. Na época, a equipe já não contava mais com Diego Souza, Fagner, Romulo e Allan, negociados durante a janela de transferências internacionais. O elenco era o mesmo de agora, e jogou com Fernando Prass; Auremir, Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho Pernambucano e Carlos Alberto; Eder Luis e Alecsandro. O camisa 9 anotou o gol da vitória (veja os lances do jogo no vídeo ao lado).
- O bom momento começou contra o São Paulo (vitória por 1 a 0 no Morumbi). Mas o melhor jogo foi contra o Botafogo. Deu mais prazer (em ganhar) porque é um adversário difícil, o encaixe (do jogo) é mais complicado para a gente. Nesse jogo, fizemos tudo de positivo e conseguimos vencer no final do segundo tempo - analisou Cristóvão.
Pelo lado negativo, o treinador cita a vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-GO, pela 9ª rodada, e o empate por 2 a 2 contra o Coritiba, pela 17ª rodada, ambos em São Januário. Porém, ele faz a pior avaliação em cima da atuação do Vasco diante da equipe paranaense. Na ocasião, o Cruz-Maltino não contou com Dedé, convocado para a seleção brasileira, e Eder Luis, machucado, e jogou com Fernando Prass; Auremir, Douglas, Fabrício e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho Pernambucano e Felipe; William Barbio e Alecsandro. Wendel e Felipe fizeram os gols do time (confira os momentos da partida no vídeo ao lado).
- Momentos difíceis tivemos contra o Atlético-GO, quando fizemos uma partida irreconhecível. O primeiro tempo contra o Coritiba também, foi a apresentação que menos gostei em todo o tempo que estou no Vasco - criticou.
A meta agora é recuperar a regularidade no campeonato. Com apenas seis pontos conquistados nas últimas sete partidas, e há quatro jogos sem vencer, Cristóvão aposta suas fichas no conjunto vascaíno para se manter na disputa pelo título contra equipes com elencos mais fortes.
Cristovão crê em performance mais regular da equipe vascaína no segundo turno do Brasileirão
- Nos momentos difíceis, aprendemos mais. Só que no futebol tem coisas que independem do seu trabalho. Sofremos por vários motivos, temos noção disso. Nesse cotexto, a maior preocupação é ver a equipe jogar fora do normal. O que pautou nossa trajetória foi a regularidade. Estamos num momento difícil porque não estávamos acostumados (com o baixo rendimento), nossa performance sempre foi o contrário disso. O que faz a diferença é o jogo solidário, a força do grupo. É o que faz a gente ter condição de brigar de igual para igual com equipes com elenco mais forte.
Vasco tem mesma campanha do turno de 2011
O Vasco repetiu a campanha de 2011, na quarta posição com 35 pontos após 19 partidas, a melhor marca do clube no turno na era dos pontos corridos. No ano passado, a equipe disputou o título até a última rodada, terminando em segundo lugar, dois pontos atrás do campeão Corinthians. Aproveitamento que serve de exemplo para reencontrar a boa fase.
- Com o tempo, aprendemos que não dá para comemorar as vitórias e que não se pode potencializar as derrotas. É absorver tudo, aprender, ver o que fez certo e errado, vendo os VT’s com calma e trabalhando em cima. Houve momentos muito bons no turno, mas que não se manteriam para sempre. É com esse equilíbrio que vamos superar essas dificuldades - afirmou o goleiro Fernando Prass.
- O bom momento começou contra o São Paulo (vitória por 1 a 0 no Morumbi). Mas o melhor jogo foi contra o Botafogo. Deu mais prazer (em ganhar) porque é um adversário difícil, o encaixe (do jogo) é mais complicado para a gente. Nesse jogo, fizemos tudo de positivo e conseguimos vencer no final do segundo tempo - analisou Cristóvão.
- Momentos difíceis tivemos contra o Atlético-GO, quando fizemos uma partida irreconhecível. O primeiro tempo contra o Coritiba também, foi a apresentação que menos gostei em todo o tempo que estou no Vasco - criticou.
A meta agora é recuperar a regularidade no campeonato. Com apenas seis pontos conquistados nas últimas sete partidas, e há quatro jogos sem vencer, Cristóvão aposta suas fichas no conjunto vascaíno para se manter na disputa pelo título contra equipes com elencos mais fortes.
Vasco tem mesma campanha do turno de 2011
O Vasco repetiu a campanha de 2011, na quarta posição com 35 pontos após 19 partidas, a melhor marca do clube no turno na era dos pontos corridos. No ano passado, a equipe disputou o título até a última rodada, terminando em segundo lugar, dois pontos atrás do campeão Corinthians. Aproveitamento que serve de exemplo para reencontrar a boa fase.
- Com o tempo, aprendemos que não dá para comemorar as vitórias e que não se pode potencializar as derrotas. É absorver tudo, aprender, ver o que fez certo e errado, vendo os VT’s com calma e trabalhando em cima. Houve momentos muito bons no turno, mas que não se manteriam para sempre. É com esse equilíbrio que vamos superar essas dificuldades - afirmou o goleiro Fernando Prass.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Com inversão das marcas, Vasco se prepara para o 'encorpado' Grêmio
Vasco (Foto: Cezar Loureiro / Agência Globo)
Com a regularidade nos resultados da temporada, o Vasco chegou a se aproximar dos recordes de sequência de vitórias no início do Campeonato Brasileiro e de tempo sem levar gol. Agora, os números começam a mostrar um outro lado, que ainda não havia sido visitado pelo time de Cristóvão Borges. Marcas negativas, como o maior jejum (quatro rodadas sem vencer) e a queda no aproveitamento, que chegou a ser de 75% e está em 61,5%, ligaram o alerta para o início do returno, nesta quarta, contra o Grêmio.
O mês de agosto desvendou as dificuldades enfrentadas para suprir as perdas dos quatro jogadores vendidos. Foram cinco pontos em 18 em disputa até aqui - apenas 27,7% de desempenho, junto aos ocupantes da zona de rebaixamento. Antes artilheiro da competição, Alecsandro vem recebendo poucas bolas e não marca há sete compromissos. Foi ultrapassado por Fred e Vagner Love e já não está longe da seca de 2011, que foi de 11 partidas e lhe custou a vaga de titular. Após o 2 a 1 para o Flu, no sábado, esta também é a primeira vez que o Vasco perde duas consecutivas neste ano.
Resta a possibilidade de um recorde, no entanto: mesmo ultrapassado pelo Tricolor Gaúcho, o clube chegou a 44 rodadas diretas entre os primeiros e está a três do número do Cruzeiro, entre 2003 e 2004. Além disso, os quatro jogos posteriores ao do Olímpico serão contra equipes que, hoje, estão do décimo lugar para trás na tabela: Portuguesa, Náutico, Figueirense e Palmeiras.
Para Cristóvão, a vida do Vasco não será nada fácil na tentativa de se recuperar. Ele lembra que o próximo rival tem sido consistente, embalado no Brasileirão e também na Sul-Americana.
- É uma equipe que já há algum tempo estamos acompanhando crescer, é forte, muito encorpada. A pontuação e ter passado de fase na Sul-Americana, tudo isso dá moral. O Grêmio sempre foi difícil em casa, e estamos sabendo o que vamos encontrar lá no Olímpico - disse.
domingo, 26 de agosto de 2012
Cristóvão acredita que derrota foi injusta e revela revolta no vestiário
A postura de Cristóvão Borges na entrevista coletiva era contida, como de costume. Mas a derrota por 2 a 1 causou revolta no vestiário do Vasco, segundo ele, que também não deixou de demonstrar sua insatisfação com a arbitragem do clássico contra o Fluminense, pela última rodada do turno do Brasileirão. Os jogadores reclamam principalmente de dois pênaltis não marcados - uma mão na bola e um empurrão em Carlos Alberto, além de uma suposta falta em Fellipe Bastos antes da infração que originou o segundo gol. Para o treinador, sua equipe merecia sorte melhor
- Não só no futebol, mas na vida há momentos em que as coisas não andam. Parece que atrai. Hoje o resultado foi injusto, não merecíamos perder, assim como contra o Flamengo. Tem muito disso nos últimos jogos, infelizmente. No vestiário, está tudo mundo se queixando muito das jogadas que interferiram no resultado do jogo. Estão revoltados porque sabemos que teve influência direta na partida - reclamou.
Aborrecido, Juninho disse na saída do campo que, no Vasco, ninguém contesta a arbitragem e até relacionou as cobranças duras ao estilo de Abel Braga, técnico do Flu, como um fator de pressão ao trio, ao mesmo tempo em que Cristóvão não se exalta. O chefe rebateu com tranquilidade e não crê que isso seja um diferencial para os erros.
- Não tenho que avaliar a declaração do Juninho. Abel é Abel, e Cristóvão é Cristóvão. O jogo acabou, não vai voltar. Senão, vamos deixar de lado o futebol para falar de juiz. São coisas que têm de ser vistas, sim, porque modifica o resultado. Mas vou continuar assim, sem queixas. É trabalhar para melhorar. Fomos muito mal contra o Coritiba, o resultado não foi satisfatório, mas a equipe melhorou agora e fizemos uma grande partida - repetiu.
Cristovão confundiu o Flu, mas não contava com a arbitragem
O diretor de futebol, Daniel Freitas, prometeu entrar com uma representação na CBF contra o árbitro Marcelo de Lima Henrique e espera que o ofício tenha efeito semelhante ao que afastou o auxiliar que errou ao não assinalar impedimento três vezes no mesmo lance.
Surpresa na escalação
A escalação surpreendeu a todos, com Felipe e Tenorio fora para a entrada de Carlos Alberto e William Barbio. Apesar do revés, o comandante crê que confundiu o rival e não se arrepende das escolhas e das substituições, que esclareceu da seguinte forma:
- Apesar da distância no campo, notei que o Abel procurava convnversar muito com os jogadores, querendo corrigir algo que não estava esperando. Acredito que surpreendemos. Todos tinham certeza de que o Tenorio começaria. Quanto às mudanças, o Carlos Alberto passou o jogo muito marcado, apostávamos na individualidade dele, mas estava com dificuldades. A marcação foi cerrada e encaixou. Precisei botar mais peso na frente, entrou o Tenorio e isso aconteceu. Quando o William (Barbio) pediu para sair, o desgaste era grande no Nilton, Wendel e Juninho, eles ficaram sobrecarregados por causa da maneira de jogar do Carlos Alberto. E fui com o Bastos para aliviar isso e segurar o corredor do Fluminense na esquerda, com o apoio do Carlinhos. Se tivéssemos vencido, todos estariam falando bem disso.
Na próxima partida, já pela primeira rodada do segundo turno da competição, o Vasco visita o Grêmio na quarta-feira, no estádio Olímpico. O rival, quarto na classificação, ainda pode passar os cariocas neste domingo, no clássico contra o Internacional.
- Não só no futebol, mas na vida há momentos em que as coisas não andam. Parece que atrai. Hoje o resultado foi injusto, não merecíamos perder, assim como contra o Flamengo. Tem muito disso nos últimos jogos, infelizmente. No vestiário, está tudo mundo se queixando muito das jogadas que interferiram no resultado do jogo. Estão revoltados porque sabemos que teve influência direta na partida - reclamou.
Aborrecido, Juninho disse na saída do campo que, no Vasco, ninguém contesta a arbitragem e até relacionou as cobranças duras ao estilo de Abel Braga, técnico do Flu, como um fator de pressão ao trio, ao mesmo tempo em que Cristóvão não se exalta. O chefe rebateu com tranquilidade e não crê que isso seja um diferencial para os erros.
- Não tenho que avaliar a declaração do Juninho. Abel é Abel, e Cristóvão é Cristóvão. O jogo acabou, não vai voltar. Senão, vamos deixar de lado o futebol para falar de juiz. São coisas que têm de ser vistas, sim, porque modifica o resultado. Mas vou continuar assim, sem queixas. É trabalhar para melhorar. Fomos muito mal contra o Coritiba, o resultado não foi satisfatório, mas a equipe melhorou agora e fizemos uma grande partida - repetiu.
Surpresa na escalação
A escalação surpreendeu a todos, com Felipe e Tenorio fora para a entrada de Carlos Alberto e William Barbio. Apesar do revés, o comandante crê que confundiu o rival e não se arrepende das escolhas e das substituições, que esclareceu da seguinte forma:
- Apesar da distância no campo, notei que o Abel procurava convnversar muito com os jogadores, querendo corrigir algo que não estava esperando. Acredito que surpreendemos. Todos tinham certeza de que o Tenorio começaria. Quanto às mudanças, o Carlos Alberto passou o jogo muito marcado, apostávamos na individualidade dele, mas estava com dificuldades. A marcação foi cerrada e encaixou. Precisei botar mais peso na frente, entrou o Tenorio e isso aconteceu. Quando o William (Barbio) pediu para sair, o desgaste era grande no Nilton, Wendel e Juninho, eles ficaram sobrecarregados por causa da maneira de jogar do Carlos Alberto. E fui com o Bastos para aliviar isso e segurar o corredor do Fluminense na esquerda, com o apoio do Carlinhos. Se tivéssemos vencido, todos estariam falando bem disso.
Na próxima partida, já pela primeira rodada do segundo turno da competição, o Vasco visita o Grêmio na quarta-feira, no estádio Olímpico. O rival, quarto na classificação, ainda pode passar os cariocas neste domingo, no clássico contra o Internacional.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Sem Prass e Juninho, Vasco vai de três atacantes em coletivo
O dia do Vasco iniciou com novidades no campo. Em coletivo realizado na
manhã desta quinta-feira, em São Januário, o técnico apresentou uma
equipe modificada. Sem Fernando Prass e Juninho, que não trabalharam no
campo, Alessandro e Wiliam Barbio ganharam uma chance. Dessa forma, a
equipe que se prepara para o clássico contra o Fluminense atuou com três
atacantes de ofício. O adversário deste sábado tem a defesa menos
vazada do Brasileiro, com dez gols sofridos.
Cristovão Borges conversa com o grupo antes do coletivo
Fernando Prass ainda sente dores no ombro esquerdo e permanece em
tratamento. Segundo o departamento médico, a tendência é que ele volte
aos treinos nesta sexta. Juninho realizou um trabalho à parte na
academia. Assim, Cristóvão optou por escalar Wiliam Barbio ao lado de
Tenorio e Alecsandro, formando o trio ofensivo. Mais atrás, Felipe ficou
com a função de articular as jogadas de meio-campo. Carlos Alberto
atuou entre os reservas e marcou um golaço na atividade.
Alessandro atuou no lugar de Fernando Prass no coletivo
Pouco depois dos dez minutos de treino, Wendel deixou o campo, sendo
substituído por Fellipe Bastos. Dessa forma, o Vasco disputou o coletivo
com a seguinte formação: Alessandro, Auremir, Dedé, Douglas e William
Matheus; Nilton, Wendel (Fellipe Bastos) e Felipe; Wiliam Barbio,
Tenorio e Alecsandro.
O Vasco conquistou apenas cinco pontos dos últimos 15 disputados no Brasileirão. Além disso, a equipe marcou dez gols nas últimas dez rodadas da competição.
O Vasco conquistou apenas cinco pontos dos últimos 15 disputados no Brasileirão. Além disso, a equipe marcou dez gols nas últimas dez rodadas da competição.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Cristóvão usa Tenorio e Alecsandro em treino tático sem Fernando Prass
O técnico Cristóvão Borges demonstrou que deseja ir com artilharia pesada para o clássico contra o Fluminense, sábado, no Engenhão. Na atividade tática desta terça-feira, em São Januário, Tenorio foi escalado ao lado de Alecsandro, e Felipe foi mantido na armação, junto a Juninho. Entre os titulares, o goleiro Fernando Prass foi a ausência, com dores no ombro esquerdo. Já Carlos Alberto, que deveria compor a equipe reserva, também não foi a campo.
A nova dupla - utilizada por causa da lesão na coxa de Eder Luis, previamente vetado - exibiu desenvoltura, com um gol de cada, definindo o placar da parte principal da movimentação, sob sol forte. O lado direito foi o mais explorado e deu certo em ambas as vezes em que a rede balançou. Juninho e Auremir tiveram participação destacada. O volante e dublê de lateral, aliás, sustentou sua posição e Jonas, que entrou nas duas últimas partidas, foi experimentado apenas depois. Já Dedé errou muitos passes e não aprovou seu desempenho.
Cristovão orienta posicionamento de Felipe e Juninho
Antes da sequência do trabalho, Cristóvão reuniu Juninho e Felipe e gesticulou muito, ouvindo sugestões dos craques veteranos. E, entre finalizações e bate-bolas dos outros, retomou o treino por mais 20 minutos. Além de Jonas, Fabrício também ganhou sua chance, na vaga de Douglas. Max e Luan ocuparam o time suplente. O restante não teve alteração. Por fim, Juninho e Wendel cobraram faltas e escanteios, ensaiando novas jogadas. As mais claras tinham os seguintes objetivos: desvio no primeiro pau, antes de chegar ao goleiro, e bola para trás, na altura da meia-lua, para o arremate surpresa geralmente de um atacante.
Este foi o primeiro coletivo mais longo que a comissão técnica pôde realizar depois de três semanas. No período, as rodadas do Campeonato Brasileiro aconteceram com, no máximo, quatro dias de intervalo para os clubes. Desde então, o Vasco só venceu o Sport, na Ilha do Retiro. Empatou duas em casa (Corinthians e Coritiba) e perdeu duas (Atlético-MG e Fla). De vice-líder caiu para terceiro e está sete pontos atrás do Galo. O Flu tem quatro de vantagem.
A nova dupla - utilizada por causa da lesão na coxa de Eder Luis, previamente vetado - exibiu desenvoltura, com um gol de cada, definindo o placar da parte principal da movimentação, sob sol forte. O lado direito foi o mais explorado e deu certo em ambas as vezes em que a rede balançou. Juninho e Auremir tiveram participação destacada. O volante e dublê de lateral, aliás, sustentou sua posição e Jonas, que entrou nas duas últimas partidas, foi experimentado apenas depois. Já Dedé errou muitos passes e não aprovou seu desempenho.
Este foi o primeiro coletivo mais longo que a comissão técnica pôde realizar depois de três semanas. No período, as rodadas do Campeonato Brasileiro aconteceram com, no máximo, quatro dias de intervalo para os clubes. Desde então, o Vasco só venceu o Sport, na Ilha do Retiro. Empatou duas em casa (Corinthians e Coritiba) e perdeu duas (Atlético-MG e Fla). De vice-líder caiu para terceiro e está sete pontos atrás do Galo. O Flu tem quatro de vantagem.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Tenorio está liberado para encarar o Flu, mas Eder Luis volta a ser dúvida
de sair
A tendência é que o Demolidor participe das atividades físicas já nesta terça-feira, em São Januário, com a equipe de preparação e os fisioterapeutas. Ao longo da semana, o camisa 11, que é tratado com mais cuidado por ter vindo de um período de cinco meses parado, será reavaliado para ter chances de formar uma possível dupla de ataque com Alecsandro. Carlos Alberto ficou no banco nas duas últimas rodadas, e Felipe atuou ao lado de Juninho no meio.
O caso de Eder Luis pode gerar novo exame, ainda nesta segunda, dia de folga na Colina. O camisa 7 foi substituído no intervalo. Ele já ficou fora do empate com o Coritiba, quarta-feira. Os zagueiros Rodolfo e Renato Silva permanecem fora. O primeiro se recupera de uma artroscopia no joelho e deve retornar no início de setembro. Já o outro luta para ser regularizado. Para isso, entrou na Fifa contra o Shandong Luneng, da China, que não cumpriu com o acordo.
Em terceiro lugar no Campeonato Brasileiro, o Vasco tem quatro pontos a menos que o Tricolor. E está sete abaixo do Galo, que tem um jogo a menos. Está será a última rodada do turno
domingo, 19 de agosto de 2012
Clássico apimentado: Flamengo e Vasco em busca de dias de paz
istantes na tabela, com personagens em comum e a eterna necessidade
de vencer para garantir dias de paz, Flamengo e Vasco fazem, às 18h30m
deste domingo, no Engenhão, um clássico cheio de ingredientes para
apimentar ainda mais a rivalidade que já existe entre os clubes. O
Rubro-Negro, único dos cariocas que ainda não entrou no G-4, vem de
derrota e precisa ganhar para começar a subir na tabela. Está em 11º
lugar, com 22 pontos. Já o Cruz-Maltino vem de empate por 2 a 2 com o
Coritiba, em São Januário, resultado que causou reação negativa da
torcida.
Pelo lado do Flamengo, Dorival Júnior ainda busca o time ideal. Em cinco partidas já com o treinador à beira do campo, o time conseguiu duas vitórias, um empate e duas derrotas. Ele conhece bem o adversário, já que conduziu o Vasco no retorno para a Série A, em 2009. E sabe o poder que um clássico tem de levar um time do céu ao inferno.
Ramon é outro velho conhecido da torcida vascaína, que o aplaudiu no início de sua trajetória, em 2009, mas o vaiou no fim dela, em 2011. Logo depois da estreia pelo Flamengo, o lateral-esquerdo já imaginava a recepção quando reencontrasse o Vasco:
- Se já vaiavam a favor, imagine contra?
Quem tem escutado vaias atualmente é Cristóvão Borges, como aconteceu no empate com o Coritiba, em que o o time sofreu gol aos 44 minutos do segundo tempo. O Vasco está na terceira posição e não sairá dela, já que soma 35 pontos e está a quatro de Atlético-MG e Fluminense.
De volta ao Vasco após a convocação para a seleção brasileira no amistoso contra a Suécia, na quarta-feira, Dedé chega como uma esperança de fazer a equipe a retomar o bom momento defensivo - quando ficou sete rodadas sem sofrer gol.
O Premiere transmite a partida para todo o Brasil. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real, com vídeos exclusivos.

Flamengo: Dorival Júnior conta com o retorno de Cáceres e González, que estavam com as seleções paraguaia e chilena, respectivamente. A escalação para enfrentar o Vasco será a mesma que tem sido utilizada pelo treinador, com Felipe, Léo Moura, Welinton, González e Ramon; Luiz Antonio, Cáceres e Renato; Negueba, Vagner Love e Thomás.
Vasco: Cristóvão Borges não divulgou a equipe que enfrenta o Flamengo, mas tem as voltas de Dedé, que retornou da seleção brasileira, e Eder Luis, que se recuperou das dores na coxa direita e, apesar de não viver boa fase, deve ser titular. Felipe e Carlos Alberto podem disputar uma vaga na ligação entre meio de campo e ataque. O Vasco deve começar a partida com a seguinte formação: Fernando Prass, Auremir, Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Carlos Alberto (Felipe); Eder Luis e Alecsandro.

Flamengo: Dorival não pode contar com os volantes Airton e Amaral, em recuperação de problemas musculares, e Maldonado, que se recupera de cirurgia no joelho esquerdo. Expulso na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, Ibson cumpre suspensão. Marllon, com terceiro amarelo, também está fora.
Vasco: Carlos Tenorio sentiu a perna direita e continua como desfalque. Rodolfo, que se recupera de cirurgia no joelho esquerdo, é outro vetado pelo departamento médico. O zagueiro Renato Silva segue à espera de ter seu contrato regularizado.
Flamengo: Ibson, Liedson, Ramon, Renato e Wellington Silva.
Vasco: Fellipe Bastos e Juninho Pernambucano.

Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ) apita a partida, auxiliado por Rodrigo Pereira Joia (Fifa/RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ). Marcelo de Lima arbitrou oito jogos no Brasileirão, marcou 288 faltas (média de 36 por partida), aplicou 42 amarelos (média de 5,3), nenhum vermelho e três pênaltis (média de 0,38). O campeonato tem média de 4,7 amarelos, 0,25 vermelho, 36,3 faltas e 0,25 pênaltis.

Flamengo: mesmo começando no banco, Liedson merece atenção. O jogador não viajou para o jogo contra o Palmeiras na última quarta-feira e permaneceu no Rio para aprimorar a forma física. O atacante é uma das opções ofensivas de Dorival Júnior para o decorrer do clássico.
Vasco: após passar sete rodadas invicta, a defesa do Vasco sofreu três gols nas duas últimas rodadas. A desorganização da marcação foi um dos pontos fracos da equipe no empate com o Coritiba, e a volta de Dedé cria a expectativa de evolução no setor.

Dorival Júnior, técnico do Flamengo: "Acho que o maior adversário de qualquer equipe quando vinha jogar contra o Flamengo, independentemente do momento da equipe, era o torcedor rubro-negro, que sempre trouxe uma motivação extra. Isso fazia com que em qualquer situação se criasse uma expectativa muito negativa por parte de quem enfrentava o time. Agora que tenho a meu favor, gostaria de ver novamente a torcida comparecendo em massa, tomando conta, apoiando. É um momento de transição, o torcedor tem que ter essa consciência".
Cristóvão Borges, técnico do Vasco: "O Flamengo hoje é uma equipe com outro astral, e isso é fruto da competência do Dorival. Ele mostrou isso em outros clubes onde trabalhou, inclusive no Vasco. É um profissional competente e de alta capacidade. Mas entre Vasco e Flamengo não há favoritismo, e isso independe da situação de cada um na competição. Nesse encontro, o que marca é o equilíbrio".

* Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia.
* Os quatro últimos jogos entre Flamengo e Vasco válidos por Campeonatos Brasileiros terminaram empatados. A última vez que uma equipe saiu vencedora no confronto foi em 2008, no Maracanã: Fla 1 a 0.
* Está é a nona vez que Flamengo e Vasco se enfrentam no Engenhão. Em oito clássicos no estádio, existe um equilíbrio. Cada equipe venceu duas vezes e aconteceram quatro empates.
* O maior público registrado em uma partida entre Flamengo e Vasco na história do Campeonato Brasileiro foi no dia 8 de maio de 1983, quando 121.353 torcedores pagaram para ver o segundo jogo das quartas de final, que terminou empatado por 1 a 1.
* Edmundo, com oito gols, é o maior artilheiro da história dos confrontos entre Vasco e Flamengo em Campeonatos Brasileiros. O ex-atacante marcou todos os gols atuando pelo time da Colina.
Pelo lado do Flamengo, Dorival Júnior ainda busca o time ideal. Em cinco partidas já com o treinador à beira do campo, o time conseguiu duas vitórias, um empate e duas derrotas. Ele conhece bem o adversário, já que conduziu o Vasco no retorno para a Série A, em 2009. E sabe o poder que um clássico tem de levar um time do céu ao inferno.
Ramon é outro velho conhecido da torcida vascaína, que o aplaudiu no início de sua trajetória, em 2009, mas o vaiou no fim dela, em 2011. Logo depois da estreia pelo Flamengo, o lateral-esquerdo já imaginava a recepção quando reencontrasse o Vasco:
- Se já vaiavam a favor, imagine contra?
Quem tem escutado vaias atualmente é Cristóvão Borges, como aconteceu no empate com o Coritiba, em que o o time sofreu gol aos 44 minutos do segundo tempo. O Vasco está na terceira posição e não sairá dela, já que soma 35 pontos e está a quatro de Atlético-MG e Fluminense.
De volta ao Vasco após a convocação para a seleção brasileira no amistoso contra a Suécia, na quarta-feira, Dedé chega como uma esperança de fazer a equipe a retomar o bom momento defensivo - quando ficou sete rodadas sem sofrer gol.
O Premiere transmite a partida para todo o Brasil. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real, com vídeos exclusivos.
Flamengo: Dorival Júnior conta com o retorno de Cáceres e González, que estavam com as seleções paraguaia e chilena, respectivamente. A escalação para enfrentar o Vasco será a mesma que tem sido utilizada pelo treinador, com Felipe, Léo Moura, Welinton, González e Ramon; Luiz Antonio, Cáceres e Renato; Negueba, Vagner Love e Thomás.
Vasco: Cristóvão Borges não divulgou a equipe que enfrenta o Flamengo, mas tem as voltas de Dedé, que retornou da seleção brasileira, e Eder Luis, que se recuperou das dores na coxa direita e, apesar de não viver boa fase, deve ser titular. Felipe e Carlos Alberto podem disputar uma vaga na ligação entre meio de campo e ataque. O Vasco deve começar a partida com a seguinte formação: Fernando Prass, Auremir, Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Carlos Alberto (Felipe); Eder Luis e Alecsandro.
Flamengo: Dorival não pode contar com os volantes Airton e Amaral, em recuperação de problemas musculares, e Maldonado, que se recupera de cirurgia no joelho esquerdo. Expulso na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, Ibson cumpre suspensão. Marllon, com terceiro amarelo, também está fora.
Vasco: Carlos Tenorio sentiu a perna direita e continua como desfalque. Rodolfo, que se recupera de cirurgia no joelho esquerdo, é outro vetado pelo departamento médico. O zagueiro Renato Silva segue à espera de ter seu contrato regularizado.
Vasco: Fellipe Bastos e Juninho Pernambucano.
Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ) apita a partida, auxiliado por Rodrigo Pereira Joia (Fifa/RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ). Marcelo de Lima arbitrou oito jogos no Brasileirão, marcou 288 faltas (média de 36 por partida), aplicou 42 amarelos (média de 5,3), nenhum vermelho e três pênaltis (média de 0,38). O campeonato tem média de 4,7 amarelos, 0,25 vermelho, 36,3 faltas e 0,25 pênaltis.
Flamengo: mesmo começando no banco, Liedson merece atenção. O jogador não viajou para o jogo contra o Palmeiras na última quarta-feira e permaneceu no Rio para aprimorar a forma física. O atacante é uma das opções ofensivas de Dorival Júnior para o decorrer do clássico.
Vasco: após passar sete rodadas invicta, a defesa do Vasco sofreu três gols nas duas últimas rodadas. A desorganização da marcação foi um dos pontos fracos da equipe no empate com o Coritiba, e a volta de Dedé cria a expectativa de evolução no setor.
Dorival Júnior, técnico do Flamengo: "Acho que o maior adversário de qualquer equipe quando vinha jogar contra o Flamengo, independentemente do momento da equipe, era o torcedor rubro-negro, que sempre trouxe uma motivação extra. Isso fazia com que em qualquer situação se criasse uma expectativa muito negativa por parte de quem enfrentava o time. Agora que tenho a meu favor, gostaria de ver novamente a torcida comparecendo em massa, tomando conta, apoiando. É um momento de transição, o torcedor tem que ter essa consciência".
Cristóvão Borges, técnico do Vasco: "O Flamengo hoje é uma equipe com outro astral, e isso é fruto da competência do Dorival. Ele mostrou isso em outros clubes onde trabalhou, inclusive no Vasco. É um profissional competente e de alta capacidade. Mas entre Vasco e Flamengo não há favoritismo, e isso independe da situação de cada um na competição. Nesse encontro, o que marca é o equilíbrio".
* Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia.
* Os quatro últimos jogos entre Flamengo e Vasco válidos por Campeonatos Brasileiros terminaram empatados. A última vez que uma equipe saiu vencedora no confronto foi em 2008, no Maracanã: Fla 1 a 0.
* Está é a nona vez que Flamengo e Vasco se enfrentam no Engenhão. Em oito clássicos no estádio, existe um equilíbrio. Cada equipe venceu duas vezes e aconteceram quatro empates.
* O maior público registrado em uma partida entre Flamengo e Vasco na história do Campeonato Brasileiro foi no dia 8 de maio de 1983, quando 121.353 torcedores pagaram para ver o segundo jogo das quartas de final, que terminou empatado por 1 a 1.
* Edmundo, com oito gols, é o maior artilheiro da história dos confrontos entre Vasco e Flamengo em Campeonatos Brasileiros. O ex-atacante marcou todos os gols atuando pelo time da Colina.
Romulo estreia com gol e colabora para virada do Spartak sobre o Rubin
Com isso, o time de Moscou passa o próprio Rubin Kazan na tabela e empata em número de pontos (12) com o líder Zenit, que ainda joga na rodada. O Campeonato Russo está na sua quinta rodada.
Os visitantes saíram em vantagem, com Natcho, de pênalti, aos 36 da primeira etapa. O empate saiu da cabeça de Romulo, quando o segundo tempo já se encaminhava para a sua metade final. Após cobrança de escanteio, o brasileiro subiu mais que todo mundo e mandou para o fundo das redes. Pouco antes do final, Kombarov, também de pênalti, garantiu a virada do Spartak.
Romulo foi apresentado ao clube no início de julho, mas, como teve que defender a seleção brasileira nas Olimpíadas, só estreou neste sábado.
- Toda estreia é cercada por uma expectativa diferente. Um gol como cartão de visitas é importante até para o jogador se sentir mais à vontade no novo clube. Estou muito feliz pelo início de uma nova trajetória com o pé direito - disse Romulo, que já prevê um confronto difícil diante do Fenerbahçe, na próxima terça-feira, pela fase pré da Liga dos Campeões.
- Certamente é um adversário difícil como qualquer outro que está na Liga dos Campeões. Temos que sair com uma boa vantagem em Moscou, porque a vaga será decidida na Turquia, onde tradicionalmente eles conseguem bons resultados com o apoio da torcida - encerrou.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Vasco encara clássico com o Fla como remédio para volta por cima
O empate em 2 a 2 com o Coritiba em casa (veja vídeo acima) - com gol sofrido aos 44 minutos do segundo tempo - e a derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG doeram no Vasco. A partir da tarde desta sexta-feira, quando retoma o trabalho visando ao jogo contra o maior rival, o trabalho a ser desenvolvido pela comissão técnica será muito voltado para o psicológico. A intenção é encarar o clássico como a chance ideal para a volta por cima antes do confronto direto contra o Fluminense, dia 26, fechando o primeiro turno.
- Perdemos para o Atlético, mas reagimos saindo de uma situação difícil contra o Coritiba. O Vasco tem uma equipe experiente, que sabe o que quer. Logicamente que estamos insatisfeitos com os últimos resultados, mas temos que seguir. Agora temos um clássico em condição de igualdade, e tem sempre um gosto especial vencer o Flamengo. Mesmo com todo respeito ao adversário, vamos em busca da vitória - destacou o técnico vascaíno Cristóvão Borges.
Num campeonato que tem como uma espécie de lema que todo jogo é uma decisão, o Vasco sabe que os dois pontos perdidos em casa podem fazer a diferença ao fim das 38 rododas. Mas Cristóvão se mostra seguro com o desempenho da equipe e acredita que o Vasco não vai lamentar o resultado da última quinta-feira quando o Brasileirão terminar.
- Se isso acontecer dez vezes, não teremos chance alguma. Mas falta muito para analisarmos a situação desse jeito. Com certeza isso não vai ficar se repetindo. Pelo retrospecto, sabemos que o Vasco tem boa regularidade com vitórias. Claro que a cada rodada a competição fica mais difícil, mas a equipe também vai evoluir - disse.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Entre Felipe e Barbio, Cristóvão pensa em mudanças para quinta
Com Barbio, o Vasco manteria seu esquema de três homens de frente. Caso a opção seja por Felipe, a entrada de um homem no meio-campo deslocaria Carlos Alberto para atuar ainda mais perto de Alecsandro no ataque. Cristóvão procurou não dar pistas, mas mostrou o benefício de uma possível mudança numa equipe visada pelos adversários.
- Tenho essas duas alternativas, e com o Felipe realmente o posicionamento do time muda. Mas também é importante contar com opções diferentes. Nesse campeonato todo mundo se conhece muito bem, então às vezes se faz necessário mudar para vencer uma forte marcação. Mas ainda preciso observar mais o time do Coritiba - avaliou o treinador vascaíno.
Dessa forma, o Vasco deve enfrentar o Coritiba com a seguinte formação: Fernando Prass, Auremir, Douglas, Fabrício e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Felipe (Wiliam Barbio); Carlos Alberto e Alecsandro. O lateral Jonas, de 25 anos, está regularizado e deverá ficar no banco de reservas. A estreia, portanto, pode acontecer justamente contra seu ex-clube.
Embora não concorde com o termo recuperação, o elenco parece disposto a encarar a pressão para voltar à liderança, após somente uma vitória nos últimos quatro compromissos. O revés para o Atlético-MG, domingo passado, afastou o Vasco do Galo por quatro pontos. E o Fluminense também ultrapassou o rival carioca, colocando um à frente.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Cristóvão não teme abalo mental: 'Vamos saber absorver a derrota'
Pela segunda vez, o Vasco deixa um fim de semana com uma derrota neste Campeonato Brasileiro. O fato incomum, porém, não preocupa o técnico Cristóvão Borges quanto ao ânimo do time para a próxima rodada. O duelo com o Coritiba acontece nesta quinta-feira, em São Januário, e o uma vitória se faz necessária para evitar que o Atlético-MG, algoz de domingo, pelo placar de 1 a 0, no Independência, amplie ainda mais a diferença que já é de equatro pontos e que o Fluminense também não desgarre - o Tricolor superou o rival por um ponto ao derrotar o Palmeiras. A maturidade de seu grupo é a aposta - De forma nenhuma (haverá um abalo pelo revés), foi um jogo entre o líder e o vice, não abate, não vai haver nenhum problema psicológico. Nossa equipe é experiente, vai saber absorver bem essa derrota - acredita o técnico cruz-maltino.
Curiosamente, nas duas ocasiões em que foi batido, o Vasco tinha um adversário mineiro. Ainda em junho, caiu ante ao Cruzeiro, em casa, por 3 a 1. Mas logo encaixou uma sequência de bons resultados, que culminaram, posteriormente, com nove rodadas invicto e sete sem levar um gol sequer. Caso não mantenha o nível, Cristóvão crê que vá ser devido à qualidade do adversário, que ocupa a 11ª posição e foi finalista da Copa do Brasil.
- Sentiremos só as dificuldades pela dureza que vai ser o adversário. O Coritiba já complicou alguns times. O campeonato está equilibrado, todos estão vendo isso. Não há facilidade para ninguém - comentou.
Nesta partida, o meia Felipe deve voltar. Fora de ação há nove dias, ele tem a previsão de treinar no campo nesta segunda-feira, para comprovar a recuperação de um edema no joelho direito. Já os atacantes Eder Luis e Tenorio serão reavaliados na Colina. Respectivamente, saíram com fisgada na coxa esquerda e dores na panturrilha esquerda.
domingo, 12 de agosto de 2012
Duelo de líderes: Galo recebe Vasco e pode ampliar ou jogar vantagem fora
Apesar do alto astral pelas vitórias dos números positivos (tem a melhor defesa e o melhor ataque), os mineiros tiveram um sábado tenso. O presidente Alexandre Kalil reuniu o elenco para pedir menos exposição na noite mineira. O zagueiro Réver e o atacante Danilinho teriam se envolvido em confusão numa festa, na quinta. Não há confirmação sobre os desdobramentos, mas a lista de relacionados não foi divulgada, o que pode levar a algum afastamento. O Galo também luta para manter sua invencibilidade em casa. O Independência, como de costume ultimamente, receberá mais de 20 mil pessoas.
Na Colina, a ordem é evitar o clima de decisão, já que vão restar 21 rodadas a serem disputadas depois que a bola parar de rolar, logo mais. Ninguém esconde, porém, o sonho com uma vitória, que seria a quinta como visitante. A preocupação, assim como no caso do Atlético, é maior em relação à parte física. Duas viagens seguidas, jogo com campo encharcado frente ao Sport... tudo isso reteve ainda mais os treinamentos desde sexta-feira.
O duelo ainda marca alguns reencontros. Ronaldinho Gaúcho, que defendeu o Flamengo por sete vezes contra o Vasco, trava disputa com Dedé, que, em quatro participações, jamais perdeu para o então camisa 10 rubro-negro. O astro foi campeão carioca em cima do rival, mas caiu, por sua vez, em duas semifinais no estadual deste ano. Além disso, os técnicos Cuca e Cristóvão foram companheiros no Grêmio, no fim da década de 80. Ambos era meias técnicos e chegaram à Seleção. Agora, partem em busca da maior glória nacional na profissão.
A Rede Globo transmite o duelo ao vivo para RJ, MG (menos Belo Horizonte), ES, Curitiba (PR), SC e Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O Premiere, através do sistema pay-per-view, exibe para todo do Brasil. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em tempo real.
Atlético-MG: Cuca tem apenas uma dúvida com relação ao time que venceu o Coritiba, quarta, por 1 a 0. Com a volta do volante Pierre, que cumpriu suspensão diante do Coxa, apenas o zagueiro Leonardo Silva é dúvida. O defensor teve o supercílio cortado e levou dez pontos por conta de uma cotovelada desferida pelo atacante Leonardo, do Coritiba. Com a falta da lista de relacionados, no entanto, o suspense paira no ar. A princípio, o Galo defenderá a liderança com Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva (Rafael Marques), Réver e Junior Cesar; Pierre, Leandro Donizete, Bernard, Ronaldinho Gaúcho e Guilherme; Jô.
Vasco: não mexer na equipe é uma prioridade de Cristóvão Borges no momento. A formação do triunfo sobre o Sport será mantida, e o comandante avisou que, mesmo que Jonas estivesse regularizado, por exemplo, Auremir não sairia. Felipe está fora, mas ocuparia o banco de reservas, de qualquer forma. E Tenorio permanece no banco, ainda que tenha entrado bem nos dois últimos jogos. Assim, o time é Fernando Prass, Auremir, Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Carlos Alberto; Eder Luis e Alecsandro
Atlético-MG: o meia Danilinho, com estiramento muscular na coxa esquerda, está vetado para a partida. O atacante Neto Berola, em fase final de recuperação de uma fratura por stress na bacia, também está fora. Não há ninguém fora por cartões.
Vasco: a equipe de Cristóvão não tem suspensos para esta partida. O meia Felipe, porém, continua vetado por conta de um edema no joelho direito. Além dele, o zagueiro Rodolfo se recupera de uma cirurgia, e Jonas e Renato Silva ainda não estão regularizados.
Atlético-MG: Réver, Leonardo Silva, Rafael Marques, Richarlyson, Marcos Rocha, Guilherme e Ronaldinho Gaúcho.
Vasco: Fellipe Bastos.
Wilson Luiz Seneme (Fifa/SP) apita a partida, auxiliado por Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa/SP) e Emerson Augusto de Carvalho (Fifa/SP). Seneme arbitrou oito jogos no Brasileirão, marcou 310 faltas (média de 38,7 por jogo), aplicou 35 amarelos (média de 4,4 por jogo), nenhum vermelho e três pênaltis (média de 0,3 por jogo). O campeonato tem média de 4,5 amarelos, 0,2 vermelho, 36,4 faltas e 0,2 pênalti. O árbitro apitou dois jogos dos cariocas na Série A deste ano: Vasco 4 x 2 Náutico, pela 3ª rodada, e Inter 0 x 0 Vasco, pela 13ª rodada.
Atlético-MG: já adaptado ao time alvinegro, Ronaldinho Gaúcho completou diante do Coritiba dois meses de Galo. O meia foi destaque no meio de semana, com assistência para o gol, e tem sido o toque de qualidade da equipe atleticana.
Vasco: o atacante Eder Luis tem novo reencontro com seu clube de origem e espera sair da má fase que encara desde que retornou ao time - ele ficou um mês fora antes de o Vasco comprá-lo junto ao Benfica. Se voltar aos bons tempos, pode ser decisivo e acabar com o princípio de críticas. Além dele, o goleiro Fernando Prass está invicto há 677 minutos e tem o maior desafio pela frente, ao medir forças com os atacantes do líder do Brasileirão.
Pierre, volante do Atlético-MG: "Jogo importante, de seis pontos. O Vasco está numa boa sequência, mas sem dúvida o Atlético-MG está em um excelente momento. Espero que possamos manter esse bom momento e dar alegrias aos nossos torcedores no domingo."
Cristóvão Borges, técnico do Vasco: "Um clube como o Vasco não pode ficar só somando pontos em casa ou fora. Quem é grande, tem que ser grande em qualquer lugar. Nossa campanha fora é boa pela consciência que temos dem relação a isso. Nos preparamos para isso, com muita atenção, humildade e respeito aos adversários."
* Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia.
* O Atlético-MG segue invicto desde a reabertura do estádio Independência. Desde o primeiro jogo - vitória sobre o Goiás, dia 3 de maio -, o Galo teve dez partidas. Foram oito vitórias e dois empates. Nos últimos cinco confrontos o time saiu vitorioso: 5x1 Náutico; 2 a 0 Portuguesa; 3 a 1 Internacional; 2 a 0 Santos e 1 a 0 Coritiba.
* Desde 2003, o início dos pontos corridos, o clube vencedor do primeiro turno venceu o Brasileiro em sete das nove edições disputadas. As exceções foram os anos de 2008 e 2009, quando a dupla Gre-Nal terminou o primeiro turno na liderança, mas São Paulo e Flamengo ficaram com os títulos.
* Atlético e Vasco já se enfrentaram 22 vezes em Minas Gerais na história do Brasileiro. Foram 12 vitórias do Galo contra cinco dos cruz-maltinos. Houve cinco empates. Os atleticanos fizeram 30 gols e sofreram 21. A equipe carioca venceu em 1972 (1 a 0), 1974 (2 a 0), 1992 (4 a 0), 1993 (3 a 1) e 2011 (2 a 1 em Ipatinga).
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Felipe não viaja ao Recife e desfalca o Vasco contra o Sport
Com dores no joelho direito, Felipe ficou fora da delegação do Vasco que seguiu para o Recife na manhã desta terça-feira. Na segunda-feira, o meia deixou o treino após pouco mais de cinco minutos. Em seguida, ele foi submetido a uma ressonância magnética, mas o resultado, segundo o médico Clóvis Munhoz, só sai por volta de 12h.
As dores no joelho direito vêm atrapalhando Felipe. Ele foi desfalque do Vasco na partida contra o Santos por causa do problema no local.
O Vasco enfrenta o Sport nesta quarta-feira, às 19h30m, na Ilha do Retiro. Para a partida, o técnico Cristóvão Borges contará com a volta de Dedé, que cumpriu suspensão automática no empate em 0 a 0 com o Corinthians, no último domingo. O zagueiro Renato Silva e o lateral-direito Jonas ainda não foram regularizados.
As dores no joelho direito vêm atrapalhando Felipe. Ele foi desfalque do Vasco na partida contra o Santos por causa do problema no local.
O Vasco enfrenta o Sport nesta quarta-feira, às 19h30m, na Ilha do Retiro. Para a partida, o técnico Cristóvão Borges contará com a volta de Dedé, que cumpriu suspensão automática no empate em 0 a 0 com o Corinthians, no último domingo. O zagueiro Renato Silva e o lateral-direito Jonas ainda não foram regularizados.
domingo, 5 de agosto de 2012
Fabrício promete 'simples e bonitinho'
Fabrício chegou em março e disputou três partidas pelo Vasco. Mas sua prova de fogo será neste domingo. Ele vai compor com Douglas a zaga titular na partida contra o Corinthians, em São Januário, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Enfrentar o atual campeão da Libertadores tendo entrado em campo apenas três vezes pelo clube – sendo que um amistoso – é reconhecido como um grande desafio. Mas ele garante estar preparado para encará-lo e tem a receita para o sucesso.
- Sempre tem aquela ansiedade antes de disputar um clássico. Há algum tempo não jogo, mas é gostoso ter isso. Estou tranquilo, trabalhando e esperando a oportunidade chegar. A dupla de zaga vai mostrar empenho e seriedade. Vamos fazer o simples e bonitinho - brincou o zagueiro, que entra no lugar de Dedé, suspenso.
Fabrício jogou pela última vez no último sábado, quando disputou 12 minutos do empate em 0 a 0 com o Internacional após Douglas deixar o campo machucado. Antes disso, o zagueiro de 22 anos foi titular da equipe mista do Vasco que venceu por 4 a 1 o Macaé, dia 31 de março, pelo Campeonato Carioca, e estreou saindo do banco no amistoso de despedida de Edmundo, dia 28 de março, quando o time cruz-maltino fez 9 a 1 no Barcelona de Guayaquil.
Embora admita que pode sentir falta de ritmo de jogo, Fabrício afirma estar seguro de que fará uma boa partida, mesmo tendo pela frente um adversário que, segundo ele, necessite de cuidado constante.
- É preciso estar atento o tempo inteiro. Se piscar, o Corinthians faz um gol. Então é simplificar em campo para mostrar eficiência - explicou o zagueiro.
- Sempre tem aquela ansiedade antes de disputar um clássico. Há algum tempo não jogo, mas é gostoso ter isso. Estou tranquilo, trabalhando e esperando a oportunidade chegar. A dupla de zaga vai mostrar empenho e seriedade. Vamos fazer o simples e bonitinho - brincou o zagueiro, que entra no lugar de Dedé, suspenso.
Fabrício jogou pela última vez no último sábado, quando disputou 12 minutos do empate em 0 a 0 com o Internacional após Douglas deixar o campo machucado. Antes disso, o zagueiro de 22 anos foi titular da equipe mista do Vasco que venceu por 4 a 1 o Macaé, dia 31 de março, pelo Campeonato Carioca, e estreou saindo do banco no amistoso de despedida de Edmundo, dia 28 de março, quando o time cruz-maltino fez 9 a 1 no Barcelona de Guayaquil.
Embora admita que pode sentir falta de ritmo de jogo, Fabrício afirma estar seguro de que fará uma boa partida, mesmo tendo pela frente um adversário que, segundo ele, necessite de cuidado constante.
- É preciso estar atento o tempo inteiro. Se piscar, o Corinthians faz um gol. Então é simplificar em campo para mostrar eficiência - explicou o zagueiro.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Documentação pode cancelar contratação de Dakson
Advogados contratados pelo procurador de Dakson buscam comprovar que o procedimento foi feito dentro do prazo. No entanto, caso não seja possível a inscrição no Campeonato Brasileiro, Dakson não deve continuar no Vasco.
- Vamos esperar até o próximo dia 20 a resposta dessa situação. O atleta assinou contrato com o Vasco, mas o clube ainda não efetuou o pagamento da transferência - explicou Daniel Freitas, diretor de futebol vascaíno.
Dakson, de 25 anos, foi revelado pelo Fluminense e defendia o Lokomotiv Plovdiv, da Bulgária. Ele treina em São Januário há cerca de 15 dias.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Médico é otimista com Douglas, mas prefere cautela pela volta de Tenorio
- O exame não mostrou lesão, só um edema discreto. No jogo, pareceu estiramento, mas foi só trauma, o que é mais favorável. Douglas fez alguns trabalhos no campo e o liberamos para os treinos com bola. Foi feito com recomendações e, embora ainda se sentisse um pouco inseguro, foi muito bem. A tendência é vermos a evolução na sexta e no sábado para darmos uma posição final. Mas estamos bastante otimistas - afirmou Campello.
Douglas deverá ter a companhia de Fabrício, com quem formou dupla no treino. Dedé está suspenso, Renato Silva não está regularizado e Rodolfo se recupera de uma cirurgia no joelho. Este último voltou a correr ao redor do gramado, após alguns dias de retrocesso na recuperação por ter sentido dores no joelho direito, que não foi operado.
Tenorio: cautela, elogios e opiniões diversas
O destaque do trabalho desta manhã, porém, foi o atacante Tenorio. Em seu primeiro coletivo, o equatoriano marcou dois gols. Ainda assim, já que ele retorna de uma operação no tendão de Aquiles, a previsão é mais cautelosa. São cinco meses de afastamento.
Mais uma ou duas semanas para o Tenorio acho que é o prazo, mas a avaliação física e técnica é com a comissão técnica"
Médico Alexandre Campello
- É gratificante. No dia em que aconteceu a lesão, ele ficou muito assustado. Levei o Tenorio no meu carro de Bangu até o hospital. A minha abordagem é diferente da feita por muitos médicos. Eu procuro fazer uma cirurgia menos invasiva possível. Em outros casos, deixa-se imobilizado, mas eu sugiro um calçado alto no calcanhar para o local ficar relaxado e facilitar o impacto.
O preparador físico do clube, Rodrigo Poletto, no entanto, crê que o Demolidor já poderia começar a ganhar ritmo de jogo diante do Corinthians, se o técnico Cristóvão Borges quiser.
- Pelo que ele tem apresentado até agora está precisando apenas da parte final, de ritmo de jogo para ele voltar a atuar, mas pelo o que ele vem apresentando até agora, já pode até ficar à disposição para entrar em partes do jogo, 20, 30 minutos - afirmou, à Rádio Brasil.
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