Oscar, Bolatti, Guiñazu, Rodrigo Moledo e, por fim, o goleiro Muriel. Ao todo, foram 11 toques na bola, entre arrancada, dribles e finalização por cobertura. Durante os 65 metros percorridos, o atacante alcançou a marca de 31 km/h de velocidade. A espetacular jogada de Neymar, no segundo gol dele e do Santos na vitória por 3 a 1 sobre o Internacional, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, já faz o craque ser apontado como forte candidato ao Prêmio Puskas, de gol mais bonito do ano. (veja o vídeo).
Dada a plasticidade do lance, repetir tal façanha parece algo possível apenas no videogame, certo? Não para o próprio craque. Adepto e fã dos jogos de futebol do mundo virtual (o atacante, inclusive, é o astro da capa do jogo Pro Evolution Soccer, PES 2012, ao lado do português Cristiano Ronaldo), o camisa 11 acha que não conseguiria repetir a jogada com o joystick na mão.
- Nunca consigo fazer um gol assim no videogame, porque tem de tocar a bola rápido - comparou o craque, em entrevista à TV Globo, após a atuação de gala.
- Meu filho é pé-quente. Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida - disse o jogador, que não namora a mãe de seu filho, mas dá total assistência para ela e o garoto.
Junto com os titulares, o camisa 11 ganhou folga nesta quinta-feira, enquanto os reservas se reapresentam às 16h, no CT Rei Pelé. Desta forma, a entrevista coletiva que ele concederia foi adiada para sexta-feira.
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